quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Chifre da África: doze milhões de pessoas à beira da morte

Chifre da África: doze milhões de pessoas à beira da morte:
"O pior mal da escravidão é conservar os cativos na ignorância e bruteza, pela opinião de que são assim mais dóceis, humildes e subordinados."


Marquês de Maricá


Chifre da África: doze milhões de pessoas à beira da morte.



É para as pessoas que acham que estão com a vida ruím, pensando em suicídio, ou em roubar, usar drogas, se aproveitar da boa fé dos menos favorecidos, pensem bem, esse povo não tem o que beber ou comer, vivem ainda da caridade de alguns bons seres humanos corajosos remanescentes desse planeta.



Uma guerra cretina que impede até a chegada da ajuda humanitária para essas pessoas que estão sofrendo na pele a pior seca nessa região da África nos últimos 60 anos, como não podia deixar de ser, é mais uma questão política, na verdade não dá pra saber quem é o vilão da história, no final todos são verdadeiros demônios e um dia hão de pagar por todo esse sofrimento e mortes que estão acontecendo.



Fernando Rocha



Algumas imagens retiradas desse vídeo:




































segunda-feira, 11 de abril de 2011

Louco ou terrorista?

Massacre em Realengo, Wellington > Louco ou terrorista?: "

wellington Menezes de Oliveira, terroristaRepercute e abala a sociedade brasileira o desatinado ato do jovem que assassinou barbaramente inocentes alunos de uma Escola em Realengo. O porquê, ninguém sabe. Vasculha-se a vida do alucinado, e verifica-se que vivia obcecado e simpatizava com as bárbaras idéias apregoadas pelos terroristas religiosos.

Por sua livre e espontânea vontade decidiu, na sua desvairada mente, ser o juiz e o carrasco, e imbuído desta “santa convicção”, foi até a Escola, e aterrorizou.

Dizem, e os indícios apontam, foi um ato doentio. A mente já desvairada foi soçobrando, até que a razão foi–se, e deu lugar ao delírio da matança e prevaleceu à sanha da vingança, o desejo de punir, de matar. E, cruelmente, o abominável atingiu seus desejos de forma formidável.

A pecha de louco, de paranóico, de esquizofrênico e de portador de outras doenças similares foram epítetos de uma gama de psiquiatras e psicólogos para a terrível figura.

Era louco? Sim, inegavelmente. Tanto que se suicidou após o massacre. Era uma bomba humana? Sim, quando explodiu poderia ter matado apenas um ou dois estudantes, contudo, imolou a muitos, doze.

No passado, tivemos semelhantes atos de terrorismo, felizmente, sem tantas vítimas. Mas, poderíamos ter assistido à destruição e ao luto de uma dezena, quiçá centenas de famílias, pois os autores colocaram bombas em locais públicos, sabedores que o seu instrumento de trabalho poderia matar, não apenas algum pretenso alvo, mas os populares no entorno.

Assim, foram entre outros, os atentados de tresloucados (?): a explosão de bomba deixada por uma organização comunista nunca identificada, em protesto contra a aprovação da Lei Suplicy, em 12/11/64; a explosão no Aeroporto de Internacional de Guararapes, em 25/07/66; a bomba que explodiu no QG do II Exército em São Paulo, em 26 /06/68; e a bomba jogada por terroristas embaixo de uma viatura da polícia, estacionada em frente da 9ª Delegacia de Polícia, em 07/01/69.

Morreu alguém? Sim, no primeiro, o vigia Paulo Macena e seis inocentes foram feridos gravemente; no segundo, dois mortos e dezessete feridos; no terceiro, foi estraçalhado o corpo do jovem soldado Mário Kozel Filho e outros dois soldados gravemente feridos; e no quarto, morreu Alzira Baltazar de Almeida que passava pelo local. Infelizmente, a justiça não julgou os responsáveis, e nem vai julgá- los. Nunca.

Se o fossem, seriam condenados? Seriam julgados incapazes por portarem algum abalo no sistema nervoso? Eram loucos? Ou terroristas? Acreditavam em alguma crença ideológica que os impelia a explodir, a quem quer que fosse, pelo simples desejo de cumprirem alguma gloriosa missão? Não consta que após seu ato vil tenham cometido suicídio.

Perplexos perguntamos, qual é o tamanho da indignação nacional? Ah, concluímos que, diante de poucas vítimas, esboça apenas um leve muxoxo. Exigir justiça e clamar por medidas, só após serem contabilizados mais de dez, onze, doze... chacinados ou explodidos.

É, meus preclaros, a justiça e a sociedade brasileira estão de mãos dadas, pois menos de dez mortos, uma ninharia, é mero acidente de percurso. Um caso deste pequeno porte, quando muito, a pena deve ser a prestação de serviço público, em algum Órgão do Governo, com remuneração, é obvio.

É por isso, que vamos encontrar alguns daqueles desatinados, ocupando algum cargo no governo e nas autarquias. É a sanção pelo seu “idealismo”. Na verdade, eles foram condenados, e nós não soubemos (julgamento secreto?). Por isso, acertadamente, a Comissão da Verdade só irá destrinchar os abusos (?) cometidos pelo outro lado. Gen. Bda Rfm Valmir Fonseca Azevedo Pereira

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sexta-feira, 25 de março de 2011

Japonês que matou 7 em ataque de fúria é condenado à forca

Japonês que matou 7 em ataque de fúria é condenado à forca: "
BBC Brasil
Tomohiro Kato atropelou e esfaqueou pedestres em rua da capital japonesa, Tóquio, no dia 8 de junho de 2008

Foto: AFP

A Justiça japonesa condenou nesta quinta-feira à morte por enforcamento um jovem de 28 anos que matou sete pessoas em um ataque de fúria no bairro de Akihabara, em Tóquio, no dia 8 de junho de 2008.

Após anunciar suas intenções em um fórum na internet, Tomohiro Kato atropelou cinco pedestres com um caminhão de pequeno porte, matando três deles, e depois esfaqueou 12 pessoas, matando mais quatro.

O caso ganhou destaque na mídia japonesa nesta sexta-feira, em meio às notícias sobre a crise nuclear e o terremoto e o tsunami que devastaram a região nordeste do país. Os canais de tevê relembraram o episódio, que chocou os japoneses, e os jornais destacaram a condenação na primeira página.

'Foi um ato desumano e cruel. Não é exagero dizer que todo o Japão ficou chocado com o fato', disse o juiz Hiroaki Murayama, que anunciou a sentença. A defesa sugeriu que Kato tinha problemas mentais e que não tinha como assumir a responsabilidade pelo crime.

Além disso, no dia do atentado, ele teria perdido parte da memória. 'Agora acho que não deveria ter cometido o crime e me arrependo do que fiz. Peço perdão às vítimas, suas famílias e às pessoas que ficaram feridas', disse Kato no final do julgamento.

De acordo com informações da agência de notícias Kyodo, a corte concluiu que o assassino ficou irritado depois que os integrantes do fórum na internet do qual participava, único lugar que sentia fazer parte de um grupo, passaram a assediá-lo na tentativa de que parasse com as postagens. Neste site, ele escrevia mensagens nas quais reclamava do trabalho e falava da intenção de cometer o crime.

'Kato queria dizer às pessoas para parar de persegui-lo', concluiu a corte. 'A perda da família, dos amigos e do trabalho deram a ele um forte senso de isolamento', acrescentou.

Crime premeditado

Na manhã do domingo, dia 8 de junho de 2008, Kato viajou os quase cem quilômetros que separam sua cidade, Shizuoka, da capital com um caminhão alugado.

Ele seguiu para Akihabara, onde avançou com o veículo contra os pedestres nas ruas, fechadas ao tráfego no domingo. Em seguida, desceu do carro armado com uma faca e esfaqueou várias pessoas. No total sete pessoas morreram e dez ficaram feridas.

Antes do ataque, Kato teria dado detalhes de como mataria as pessoas. 'Baterei meu carro e, quando ele não puder mais ser usado, usarei uma faca. Adeus a todos', escreveu. Minutos antes de jogar o caminhão contra a multidão, ele postou a última mensagem: 'Chegou a hora'.

Quando foi detido por policiais, ele teria dito que estava 'cansado do mundo'. 'Vim a Akihabara para matar gente. Qualquer um estava bom. Vim sozinho', falou Kato, segundo o porta-voz do departamento da Polícia Metropolitana de Tóquio.

Akihabara é um dos bairros mais conhecidos de Tóquio por suas lojas de eletrônicos, de animes e mangás, além de cafés e lanchonetes temáticos. Depois do incidente, as ruas foram reabertas para trânsito de veículos nos finais de semana.

Em janeiro deste ano, a associação local voltou a fechar as ruas principais para o público no sábado e no domingo, mas com algumas restrições. Na última década, houve vários atentados a faca no Japão.

Em 2008, uma pessoa morreu e outras sete ficaram feridas depois que um homem invadiu um shopping center com duas facas. Em um outro episódio, em 9 de junho de 2001, um japonês com histórico de doenças mentais invadiu uma escola primária e matou a facadas oito crianças. Ele foi executado em 2004.
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G1 - Bebê espancado é internado em estado grave em Itaguaí, no RJ - notícias em Rio de Janeiro